Resumindo a filosofia Kantiana


Kant é um filósofo que acho difícil de digerir. Os livros são extensos, pesados, a linguagem é enfadonha…. mas o fato é que nenhum filósofo desde Aristóteles exerceu tanta influência no ramo da filosofia moral. Nietzsche – sempre ele – não tinha palavras muito simpáticas para descrever Kant. Considerava-o um moralista ultrapassado e de fundo religioso. De fato, Kant era um homem pio, mas toda a sua filosofia fundou-se em argumentos laicos. Sua argumentação é a base da doutrina moderna dos direitos humanos.

Kant pensava que a moralidade pode resumir-se num princípio fundamental, a partir do qual se derivam todos os nossos deveres e obrigações. Chamou a este princípio “imperativo categórico”. Na Fundamentação da Metafísica dos Costumes exprimiu-o desta forma:

“Age apenas segundo aquela máxima que possas ao mesmo tempo desejar que se torne lei universal.”

Mais adiante, na mesma obra, afirmou que se pode considerar que o princípio moral essencial afirma o seguinte:

“Age de tal forma que trates a humanidade, na tua pessoa ou na pessoa de outrem, sempre como um fim e nunca apenas como um meio”

Em resumo bem resumido: “Não faça aos outros o que você não quer que seja feito a você”

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