Nietzsche: o martelo nunca descansa 


Não mais-querer e não mais-valorizar e não mais-criar: oh que esse grande cansaço tenha de ficar para sempre longe de mim.

 Também no ato de conhecer eu sinto apenas a vontade de testemunhar, a vontade de ser do meu querer; e se há inocência no meu conhecimento, isso acontece porque há nele vontade para procriação. 

Essa vontade me atraiu para longe de Deus e dos Deuses: o que poderia ser criado, se os Deuses estivessem aqui? 

Mas para o homem ela sempre volta a me tanger de novo, a minha ardente vontade de criar; é assim que o martelo é atingido à pedra. 

(Nietzsche em ECCE HOMO)

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