Nietzsche: para trás nem para pegar impulso 


Trecho de “Assim falava Zaratustra”.  Quando a régua de aferição da vida plena e da felicidade é usada – o que Nietzsche chama de o eterno retorno – e tomamos consciência do caminho a percorrer só temos duas escolhas: covardia ou mudança de rota.

Na covardia estaremos na zona de conforto, no caminho socialmente aceitável, aplaudido por familiares e amigos.

Na mudança de rota para assumir o rumo da própria vida, não é  incomum que o caminho que se descortina não seja o mais trilhado. Por vezes, socialmente recriminado ou simplesmente visto como inferior.

Neste momento, optando por tornar-se quem você realmente deseja ser, optando por um caminho menos festejado ou reconhecido, esteja preparado para o ataque. O mundo inteiro tentará te dissuadir, seja através da preocupação sincera da família, amigos, oferta de empregos de menor remuneração ou simples preconceito e deboche. Às vezes com vileza. Outras com violência.

O eterno retorno é tudo. Menos tranquilo.

– Manuel Sanchez 

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