Nietzsche: dos ressentidos do mundo 


​”O homem do ressentimento não é franco, nem ingênuo, nem honesto e reto consigo.

 Sua alma olha de través; ele ama os refúgios, os subterfúgios, os caminhos ocultos, tudo escondido lhe agrada comoseu mundo, sua segurança, seu bálsamo; ele entende do silêncio, do não-esquecimento, da esperança, do momentâneo apequenamento e da humilhação própria.”

(Friedrich Nietzsche)

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