Consumo sem fim 


“A cultura do consumo, cultura do efêmero, condena tudo ao desuso mediático. 

Tudo muda ao ritmo vertiginoso da moda, posta ao serviço da necessidade de vender.

As coisas envelhecem num piscar de olhos, para serem substituídas por outras coisas de vida fugaz. 

Hoje a única coisa que permanece é a insegurança, as mercadorias, fabricadas para não durar, resultam ser voláteis como o capital que as financia e o trabalho que as gera.”

– Eduardo Galeano

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