Ode à solitude 


” Em nossas sociedades, a solidão se tornou mais rara e até suspeita. Há uma tendência generalizadora para se privilegiar o comunal, o participativo e o coletivo.

A multidão pode parecer solitária, mas continua uma multidão. Um terror da solidão e uma incapacidade para vivê-la de forma produtiva assombram a juventude.

A democracia e o consumo de massa, com seus ideais de uniformidade, aceitação e aprovação grupal, condenam o isolamento.

Uma sensibilidade especial, alguém que se mantenha irredutivelmente isolado em seu pensamento e imaginação representa o mais vigoroso dissidente das coletividades populistas e democráticas e da regra da maioria. A solidão é marcada por uma espécie de aristocracia natural, uma recusa de participar. ”

George Steiner

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