Schopenhauer: “desejo = carência”. Mas será mesmo? 


SCHOPENHAUER, A. O mundo como Vontade e Representação. Tomo II).

 A base de todo querer […] é a necessidade, carência, logo sofrimento, ao qual o homem está destinado originalmente pelo seu ser. Quando lhe falta o objeto do querer, retirado pela rápida e fácil satisfação, assalta-lhe vazio e tédio aterradores, isto é, seu ser e sua existência mesma se lhe tornam um fardo insuportável. Sua vida, portanto, oscila como um pêndulo, para aqui e para acolá, entre a dor e o tédio, os quais em realidade são seus componentes básicos.

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