Explicando os conceitos: O homem é o lobo do homem 


“Homo homini lupus”, é uma sentença latina que significa: “O homem é o lobo do homem”.

A frase original é de  Plauto, dramaturgo romano de comédias e farsas que viveu de 254 a 184 a.C. 

Foi popularizada, bem mais tarde no século XVII, pelo filósofo inglês Thomas Hobbes, autor da obra O Leviatã, no qual defendia que através do contrato social, os homens entregaram parcela de sua liberdade ao Estado para que este controlasse os impulsos de destruição e barbárie que nos dominam no estado de liberdade.

Para Hobbes, o homem livre é um lobo raivoso sempre pronto para atacar os seus semelhantes e se valer da força para sua própria satisfação. Seria então necessário o controle e a força do Estado para retirar dos cidadãos essa liberdade absoluta colocando-os sob o império da lei. 

Obviamente nunca existiu o aludido contrato social.  Trata-se de uma ficção política para explicar o Estado e a formação da sociedade.  

Posteriormente, Jean Jaques Rousseau traria uma visão diferente do contrato social e da vida em sociedade.  Em Rousseau, o homem fora do estado vivia em harmonia e em paz com todos que encontrava.  Teria sido a criação do Estado que ordenando os homens em leis e regras, criou a mola de inveja e destruição. Rousseau falava do bom selvagem, outra figura fictícia que só existiu nos livros. 

– Manuel Sanchez 

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