Grandes frases grandes livros: Sidarta – o destino


Sidarta

O pássaro que antigamente cantava em meu peito não morreu ainda. Mas que jornada extraordinária!

Careci passar por tamanha insensatez, por tantos vícios e erros, por um sem-números de desgostos, desilusões, tristezas, só para voltar a ser criança e para começar de novo. E apesar de tudo isso, fiz bem agindo dessa forma.

Meu coração está de acordo e meus olhos enxergam aquilo com prazer. Coube-me em sorte o pior desespero. Foi necessário que me degradasse até o mais estúpido dos propósitos e pensasse no suicídio, para que me acontecesse a graça, para que eu ouvisse novamente o Om, para que me fosse dado dormir com calma e acordar refeito. Tive de pecar para que pudesse tornar a viver.

Aonde me levará agora o meu destino? meu caminho parece louco; faz curvas, talvez me conduza num círculo fechado.

Seja como for, vou segui-lo!

— Hermann Hesse, no livro Sidarta.

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Autor: Manuel Sanchez

Leitor compulsivo, amante das viagens e da boa mesa. Sou um sujeito que acredita no charme da simplicidade, que riqueza é ter tempo e que se esforça para passar longe da vulgaridade.

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