Guerra nas Estrelas e a Música Clássica

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George Lucas deve muito do caminhão de dinheiro que ganhou com “Guerra nas Estrelas” ao talento de John Williams na composição de temas maravilhosos que acompanham as cenas dos filmes.

Ouvir a trilha sonora da série cinematográfica é um prazer a parte: repleta de trechos furiosos entremeados de amplos setores de calmaria instrumental enquanto somos docilmente carregados por estrelas e planetas em uma galáxia muito distante. Em ‘Guerra nas Estrelas”, a música é tão forte e icônica quanto os sabres de luz dos Jedis, como podemos conferir nesta magistral interpretação da Marcha Imperial tocada pela Orquestra Sinfônica de Vienna neste link.

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Hoje temos uma tendência a imaginar a música instrumental como algo distante, focado em um público erudito e afastado do gosto popular.

Mas lendo as biografias de Beethoven, Mozart  entre outros, vemos que além de exibirem-se para um público erudito, também lotavam teatros populares; por sua vez, Tchaykovski fazia excursões pela Europa e Estados Unidos com ampla cobertura da mídia e absurdamente rentáveis.  

Quando falamos em “música clássica”, parece que ela parou no tempo e não pertence mais a nossa época. Por isso que eu prefiro o termo música instrumental ou mesmo música de concerto, porque ela continua sendo realizada – com imensa qualidade – e tornou-se instrumento essencial em filmes e séries de amplo sucesso popular, como por exemplo, na trilha sonora de Guerra nas Estrelas pelas mãos do maestro John Williams. 

A seguir, temos um vídeo do maestro conduzindo sua orquestra pelo tema principal de Star Wars, genial como sempre. E também uma visita surpresa de um determinado Lorde Sith no meio de uma apresentação sinfônica.

Aproveite e acrescente sua visita com os links para os posters de convocação para as forças do Império, os posters de propaganda da Aliança Rebelde e um vídeo do improvável mas incrível embate entre Darth Vader e um conhecido Cavaleiro das Trevas.

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Dia de Ouvir: Metallica – Enter Sandman (com Orquestra)

Esse show do Metallica é simplesmente sensacional!

Gravado com a Orquestra Filarmônica de São Francisco, é mais uma demonstração de como o rock combina completamente com o som sinfônico e a certeza de que os puristas estão perdendo tempo. O futuro é a miscigenação!

 

 

E na mesma toada de gigantes do rock combinados com a música clássica, temos esse post da banda Deep Purple tocando Strauss e Beethoven.

Dia de ouvir: canto gregoriano diretamente da Catedral de Assis 

Eu estive na Catedral de Assis em 2016. Visitei o túmulo de São Francisco e admirei os afrescos de Gioto. 

Essa gravação dos monges cantando o canto gregoriano em Assis me traz de volta a mesma sensação de paz que experimentei dentro da catedral.

Dia de ouvir:  “Etta James – At Last” 

At last my love has come along
My lonely days are over, and life is like a song
Oh yeah yeah at last the skies above are blue
My heart was wrapped up in clover, the night I looked at you

I found a dream, that I can speak to
A dream that I, can call my own
I found a thrill, to press my cheek to
A thrill that I have never known
Oh yeah yeah, you smiled you smiled and then the spell was cast
And here we are, in Heaven
For you are mine at last

I found a dream, that I could speak to
A dream that I, can call my own
I found a thrill, to press my cheek to
A thrill that I have never known
Oh yeah you smiled you smiled oh and then the spell was cast
And here we are, in Heaven
For you are mine at last at last, at last