Sêneca: nossa cegueira e a cura amarga

É característico de uma mente fraca e doente ter medo do que não é familiar. A mente deve, portanto, ser forçada a começar. Daí em diante, o remédio não é amargo; pois assim que nos cura , começa a dar prazer.

Goza-se das outras curas somente depois que a saúde é restaurada, mas um trago de filosofia é ao mesmo tempo saudável e agradável.

– Sêneca, sobre nossa cegueira e sua cura

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Nietzsche: o que não mata, fortalece

” Examinem a vida dos melhores e mais fecundos homens e povos, e perguntem a si mesmos se uma árvore que deve crescer orgulhosamente no ar poderia dispensar o mau tempo e os temporais; se o desfavor e a resistência externa, se alguma espécie de ódio, ciúme, teimosia, suspeita, dureza, avareza e violência não faz parte das circunstâncias “favoráveis” sem que as quais não é possível um grande crescimento, mesmo na virtude?

O veneno que faz morrer a natureza frágil é um fortificante para o ‘forte’; e ele nem o chama de veneno.”

Nietzsche (A Gaia Ciência)

Abaixo: van Gogh