Albert Camus e o homem 

“A grandeza do homem consiste na sua decisão de ser mais forte que a condição humana.”

“Um homem é mais homem pelas coisas que silencia do que pelas coisas que diz. Vou silenciar muitas. Sabendo que não há causas vitoriosas, gosto das causas perdidas: elas exigem uma alma inteira, tanto na derrota quanto nas vitórias passageiras. Criar é viver duas vezes… Todos tentam imitar, repetir e recriar sua própria realidade. Sempre acabamos adquirindo o rosto das nossas verdades.”

Albert Camus

 

Foucault: lugar de fala e a luta pelo discurso 

O discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas aquilo porque, pelo que se luta, o poder do qual nos queremos apoderar.

(Michel Foucault)
imagem: Michel Foucault e Jean Paul Sartre

Zygmunt Bauman: mundo de incertezas 

A incerteza foi sempre o chão familiar da escolha.

A incerteza é o habitat natural da vida humana – ainda que a esperança de escapar da incerteza seja o motor de atividade de atividades humanas. Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total sempre parece residir em algum lugar à frente: tal como o horizonte, que recua quando se tenta chegar mais perto dele.

Zygmunt Bauman

O absurdo da vida. A felicidade da vida. O destino é você quem faz.

(…) A felicidade e o absurdo são dois filhos da mesma terra. São inseparáveis. O erro seria dizer que a felicidade nasce forçosamente da descoberta absurda. Ocorre do mesmo modo o sentimento do absurdo nascer da felicidade […] toda a alegria silenciosa de Sísifo está aí. Seu destino lhe pertence. Seu rochedo é sua questão.

– Albert Camus no ensaio “O Mito de Sísifo” 

Leandro Karnal: o humano e o religioso

Leandro_Karnal

Leandro Karnal é historiador e professor, ministrando suas palestras sobre os mais diversos temas que vão da religião, à sociologia, história e filosofia.

Suas aulas são leves, bem humoradas e com explicações minuciosas do tema proposto, quase sempre tendo como contexto a história da religião e seu papel no cotidiano da sociedade. 

1) O mal primordial: o orgulho nosso de cada dia

 

2) O pecado envergonhado: a inveja

 

3) Os velhos e os novos pecados