Explicando um clássico: Frankenstein

Frankstein hoje é um livro  pouco lido. Alguns o consideram uma obra de terror. Outros o colocam como um precursor do gênero de ficção científica. Mas a obra é um existencialismo do Sec. XIX.

Na mente de quase  todos consta apenas a versão monstruosa e de poucas palavras do cinema dos anos 30 que pouco tem a ver com  a obra original, mais interessada em discutir a angústia do ser humano diante da falta de sentido.
O monstro de Frankenstein é uma criatura que pensa e fala. Percebe sua posição no mundo e não entende. Busca um sentido por estar vivo e não encontra.

Frankenstein é um cientista que pesquisa para avançar o conhecimento e cria sem perguntar se deve. Os dilemas éticos são colocados na mente do cientista sempre a posteriori e as consequências destrutivas de sua criação não tem volta.

  • Manuel Sanchez