Bukowski: escolhendo meus vícios 

“Portanto, caros leitores, se me derem licença, vou voltar pras putas, pros cavalos, e pra garrafa enquanto há tempo. 

Se isso contribui pra gente morrer, então, pra mim, parece bem menos repugnante ser responsável pela nossa própria morte do que qualquer outra moralidade que ande por aí, disfarçada com rótulos sobre Liberdade, Democracia, Humildade ou qualquer outra espécie de Papo Furado.”

– Crônica de um amor louco.

Krishna não abandona a luta 

Vendo Arjuna entristecido

Com os olhos rasos d’água

O supremo senhor Krishna

Disse as seguintes palavras:
Como foi que essa impotência

Tomou conta de você?

Ela não condiz com quem

Conhece o valor da vida

E ela não o levará 

Aos planetas celestiais

Mas à infâmia e à desonra
Ó descendente de Kunt

Não permita que a fraqueza

Domine o seu coração

Não é próprio de um guerreiro

Abandonar a batalha
Erga-se para lutar

Ó vencedor de inimigos

(Bhagavad Gita)

Thomas Mann: sobre ciência e fé 

Sobre ciência e fé 

❝- Meu amigo, não existe conhecimento puro. É indiscutível a legitimidade da concepção eclesiástica da ciência, que se pode resumir nas palavras de Santo Agostinho: “Creio para que possa conhecer”. A fé é o órgão do conhecimento, e o intelecto é secundário. A sua ciência incondicional não passa de um mito. Há sempre uma fé, um conceito do mundo, uma idéia, numa palavra: uma vontade, e cabe à razão explicá-la e comprová-la.”

— Thomas Mann, no livro “A montanha mágica”.

Abaixo: Thomas Mann e Albert Einstein