Guerra nas Estrelas e a Música Clássica

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George Lucas deve muito do caminhão de dinheiro que ganhou com “Guerra nas Estrelas” ao talento de John Williams na composição de temas maravilhosos que acompanham as cenas dos filmes.

Ouvir a trilha sonora da série cinematográfica é um prazer a parte: repleta de trechos furiosos entremeados de amplos setores de calmaria instrumental enquanto somos docilmente carregados por estrelas e planetas em uma galáxia muito distante. Em ‘Guerra nas Estrelas”, a música é tão forte e icônica quanto os sabres de luz dos Jedis, como podemos conferir nesta magistral interpretação da Marcha Imperial tocada pela Orquestra Sinfônica de Vienna neste link.

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Hoje temos uma tendência a imaginar a música clássica como algo distante, focado em um público erudito e afastado do gosto popular.

Mas lendo as biografias de Beethoven, Mozart  entre outros, vemos que além de exibirem-se para um público erudito, também lotavam teatros populares; por sua vez, Tchaykovski fazia excursões pela Europa e Estados Unidos com ampla cobertura da mídia e absurdamente rentáveis.  

Quando falamos em “música clássica”, parece que ela parou no tempo e não pertence mais a nossa época. Por isso que eu prefiro o termo música instrumental ou mesmo música de concerto, porque ela continua sendo realizada – com imensa qualidade – e tornou-se instrumento essencial em filmes e séries de amplo sucesso popular, como por exemplo, na trilha sonora de Guerra nas Estrelas pelas mãos do maestro John Williams. 

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A seguir, temos um vídeo do maestro conduzindo sua orquestra pelo tema principal de Star Wars, genial como sempre. E também uma visita surpresa de um determinado Lorde Sith no meio de uma apresentação sinfônica.

Aproveite e acrescente sua visita com os links para os posters de convocação para as forças do Império, os posters de propaganda da Aliança Rebelde e um vídeo do improvável mas incrível embate entre Darth Vader e um conhecido Cavaleiro das Trevas.

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Dia de Ouvir: Debussy, Clair de Lune

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Claude Debussy (1862-1918) foi um compositor francês considerado inovador e catalisador de diversos movimentos musicais em outros países.

Não seguiu as regras da harmonia clássica: deu uma importância excepcional aos acordes isolados, aos timbres, às pausas, ao contraste entre os registros. Trouxe uma nova concepção de construção musical, que se acentuou na sua última fase.

Por isso foi incompreendido. O que não lhe desagradaria, pois ele mesmo propôs, certa vez, a criação de uma ‘sociedade de esoterismo musical’.

Era figura frequente na boemia francesa e nos ateliês de arte, o que lhe trouxe o encontro de numerosas amantes e o fim de vários casamentos. Uma de suas esposas, abandonada, tentou se matar com um tiro no peito, causando grande escândalo na época.

Em 1909, descobriu que sofria de câncer, mas continuou com suas composições e interpretações ao piano por mais alguns anos.

Morreu em 1918, durante o bombardeio de Paris, em meio a última ofensiva alemã da Primeira Guerra Mundial.

O asteroide 4492 recebeu o nome de Debussy, em homenagem ao compositor. O nome de Debussy também foi dado a uma cratera do planeta Mercúrio, com mais de 80 km de diâmetro. A cratera foi formada possivelmente pela colisão de um meteoro e é caracterizada por sulcos que, a partir dela, se estendem por vários quilômetros, o que seria uma metáfora da influência do músico.

Debussy, Clair de Lune

 

Dia de Ouvir: John Williams, o clássico no cinema

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John Williams foi o responsável pelo primeiro contato de muita gente com a música instrumental.

Quando criança, foi graças aos seus temas musicais que eu descobri o que era uma orquestra. E isso da poltrona do cinema ou assistindo a fitas de video com meus heróis preferidos.

E devido a isso, anos depois comecei a me interessar em ir em concertos e ouvir os clássicos.

É meio louco  pensar que graças a Star Wars e Indiana Jones eu terminei ouvindo Mozart, Bach e Beethoven mas o caminho foi exatamente esse.

E para quem ainda associou o homem aos filmes e suas músicas, fica aqui uma pequena amostra.

 

Superman

 

Indiana Jones

 

Guerra nas Estrelas

 

Guerra nas Estrelas – Marcha Imperial

 

Tubarão

 

E.T – O Extraterrestre

 

Parque dos Dinossauros

 

Contatos Imediatos do Terceiro Grau

Dia de Ouvir: Tartini, “Sonata ao Demônio”

A história da “Sonata ao Demônio” começa com um sonho. Tartini comentava que em uma bela noite, sonhou que o próprio Lúcifer o visitava e requisitava que o compositor se tornasse seu servo. Antes de responder, Tartini entregou seu violino ao demônio que imediatamente começou a tocá-lo de forma virtuosa. 

Quando o compositor acordou, ele imediatamente transcreveu a melodia ouvida em seu sonho, tentando ao máxima capturar as mesmas notas ouvidas. 

A música fez sucesso em suas apresentações, mas Tartini sempre lamentava que ela não capturava a maravilhosa peça ouvida das mãos do demônio, sendo uma mera sombra da obra original ouvida em seus sonhos. 

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Dia de Ouvir: Bach (download de todas as obras)

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Johann Sebastian Bach, músico alemão, nasceu em março de 1685 e morreu em julho de 1750 e é considerado um dos maiores compositores da história. Entre suas peças mais conhecidas e importantes estão “Concertos de Brandenburgo”, “O Cravo Bem-Temperado”, “Sonatas e Partitas para Violino Solo”, “Missa em Si Menor”, “Tocata e Fuga em Ré Menor”, “Paixão Segundo São Mateus”, “Oferenda Musical” e “Arte da Fuga”.

As obras completas estão divididas em 13 grupos.  Para fazer o download basta clicar sobre o conjunto de obras desejado.

Clique no link para acessar:

OBRA COMPLETA DE BACH PARA DOWNLOAD