Dia de Ouvir: Debussy, Clair de Lune

DEBUSSY

Claude Debussy (1862-1918) foi um compositor francês considerado inovador e catalisador de diversos movimentos musicais em outros países.

Não seguiu as regras da harmonia clássica: deu uma importância excepcional aos acordes isolados, aos timbres, às pausas, ao contraste entre os registros. Trouxe uma nova concepção de construção musical, que se acentuou na sua última fase.

Por isso foi incompreendido. O que não lhe desagradaria, pois ele mesmo propôs, certa vez, a criação de uma ‘sociedade de esoterismo musical’.

Era figura frequente na boemia francesa e nos ateliês de arte, o que lhe trouxe o encontro de numerosas amantes e o fim de vários casamentos. Uma de suas esposas, abandonada, tentou se matar com um tiro no peito, causando grande escândalo na época.

Em 1909, descobriu que sofria de câncer, mas continuou com suas composições e interpretações ao piano por mais alguns anos.

Morreu em 1918, durante o bombardeio de Paris, em meio a última ofensiva alemã da Primeira Guerra Mundial.

O asteroide 4492 recebeu o nome de Debussy, em homenagem ao compositor. O nome de Debussy também foi dado a uma cratera do planeta Mercúrio, com mais de 80 km de diâmetro. A cratera foi formada possivelmente pela colisão de um meteoro e é caracterizada por sulcos que, a partir dela, se estendem por vários quilômetros, o que seria uma metáfora da influência do músico.

Debussy, Clair de Lune

 

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Dia de Ouvir: Tartini, “Sonata ao Demônio”

A história da “Sonata ao Demônio” começa com um sonho. Tartini comentava que em uma bela noite, sonhou que o próprio Lúcifer o visitava e requisitava que o compositor se tornasse seu servo. Antes de responder, Tartini entregou seu violino ao demônio que imediatamente começou a tocá-lo de forma virtuosa. 

Quando o compositor acordou, ele imediatamente transcreveu a melodia ouvida em seu sonho, tentando ao máxima capturar as mesmas notas ouvidas. 

A música fez sucesso em suas apresentações, mas Tartini sempre lamentava que ela não capturava a maravilhosa peça ouvida das mãos do demônio, sendo uma mera sombra da obra original ouvida em seus sonhos. 

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Dia de Ouvir: Friedrich Nietzsche, concerto ao piano

 

Todos conhecem o trabalho filosófico e literário de Friedrich Nietzche, autor de obras icônicas como “Assim Falava Zaratrusta”, “Além do Bem e do Mal”, “Gaia Ciência” entre muitas que revolucionaram a filosofia de fins do século XIX, sendo objeto de intenso estudo até hoje.

O que poucos sabem é que o filósofo também era compositor e foi o autor de várias composições ao piano, sobretudo em sua juventude.

Neste vídeo, temos um trecho de composição de Nietzsche sendo interpretado pelo pianista Michael Krücker. 

Marcha Imperial de “Star Wars” – Orquestra Filarmônica de Vienna

“A Marcha Imperial” composto por John Williams para Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca. Interpretada pela Orquestra Filarmônica de Vienna e conduzida por Franz Welser-Möst durante o Summer Night Concert 2010.

E se você gostou desse post, não deixe de ver os incríveis posters de alistamento ao Império, alistamento nas forças rebeldes, o especial “Luke, eu sou seu pai”  e nosso link sobre a música de Star Wars.

Que a Força esteja com você!

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Dia de Ouvir: Beethoven, concerto para violino em D maior

David Oistrakh foi considerado um dos maiores violinistas de todos os tempos.

Nesta antiga gravação, o velho mestre toca juntamente com a Orquestra Filarmônica de Moscou um dos mais belos concertos para violino.

Ludwig van Beethoven
Violin Concerto in D major, Op 61

1 Allegro ma non troppo
2 Larghetto
3 Rondo. Allegro

David Oistrakh, violin

Moscow Philharmonic Orchestra
Kirill Kondrashin, conductor

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